Como começar, e por onde começar, e onde se inspirar, quem contratar, como explorar o terreno, é melhor construir, melhor derrubar, melhor reformar? afff.. cabeças a mil... muita area para explorar... e eu e meu marido, dois aficcionados criativos e produtores, conhecendo o potencial da dupla, super ansiosos para por os pés nas galochas e as mãos na massa, ou melhor enxadas.
Mas antes de chegar nisso, talvez valha esclarecer o nosso modus operandi um pouco mais. Marco, diretor de criação, publicitário, self made man que chegou no topo, mas um cara simples, gente boa, cheio de papo e curiosidade, que gosta de conhecer, explorar e experimentar o novo. Incansavel, jovem, e sempre a fim. Eu, designer, mãe, criativa ao extremo, produtora que não consegue dormir sem detalhar uma idéia minha ou de outros que tenha chegado a mim, até que eu saiba exatamente como realizá-la, gosto de esmiuçar coisas, gosto de xafurdar os grandes achados. Curiosa também. E, no nosso casamento, eu sou o ímpeto das idéias arrojadas, a pessoa, que sem preconceitos, chega com uma maluquice na cabeça ou que ouve uma maluquice do marco e já sai pensando como essa maluquice pode virar a realidade do modo mais barato, rápido, prático, prazeroso e feliz no resultado. E o marco é a realização... eu teorizo sobre como fazer, levanto como tem q ser feito, e na hora do vamos lá, viro pro marco com 30 mil opções e porquês que ele é incapaz de ouvir e quando sintetizo cheia de dúvidas finais se, a maluquice ali, planejada estruturada, orçada e viabilizada é mesmo a melhor solução ou opção, ele se vê tão encantado, que fecha na hora.
É assim que funcionamos.
Desde quando eramos somente o chefe diretor de criação e a jovem designer promissora. E qdo viramos parceiros de videoclipes ou ate mesmo produtores de casamento e agora empreendedores, sócios e um pouco também arquitetos e decoradores deste projeto do sítio.
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