e começamos... a procurar e procurar inspirações... saimos da primeira visita ao terreno, depois de ter visto outros 4 terrenos que nao bateram no coração, com um corretor cheio de lábia e manha (mais lábia que manha), quisemos voltar no dia seguinte. Andamos e andamos pelo terreno, maltratado pelo esquecimento, parecia que aquelas montanhas ali eram amaciadas e gostavam das pisadas de visitas... os cavalos que a inquilina do sitio tinha ficavam soltos, na beira de um grande lago, que tinha sido coberto por taboas, e tinham transformado a margem desta lagoa num picadeiro de treinamento que facilemente esconderia este lago da vista dos visitantes. Ficamos encantados com esse lago, essa margem, as araucárias, as arvores frutíferas praticamente secas e inférteis, mas ali, precisando de alguém que lhes dessem nome de novo, e parece que cada vez que limpávamos os óculos a miopia ia passando e o terreno mais bonito. O mato na altura dos joelhos, muitos cercados de arames farpados errados, muito diferente dos outros terrenos mais prontinhos que tinhamos visto, mas ali, andamos até a primeira nascente de agua e pensamos, que doido seria ser dono de uma nascente de agua... que coisa primitiva pra quem mora nos jardins!!!!!
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